Por: Erika Ventura
Com crescimento acima de 40% nas exportações e presença em 53 países, a Indumak consolida-se como referência no fornecimento de soluções para empacotamento, agrupamento e movimentação de produtos nos mercados nacional e internacional
A automação no final de linha tem deixado de ser tendência para se tornar uma necessidade estratégica na indústria de lácteos. Segundo Gelson Schmidt, diretor comercial da Indumak, a robotização responde a dois desafios centrais da cadeia de lácteos: a segurança alimentar e a padronização dos processos.
“Produtos biológicos, tanto carne quanto leite, são facilmente contamináveis. A automação elimina o contato humano e garante que todo o processo siga parâmetros consistentes. Além disso, a padronização conquistada através da tecnologia evita variações em soldas, vedação e conformação das embalagens, outro ponto crítico no setor. A robotização nos processos mantém o padrão do primeiro ao último movimento”, afirma Schmidt.
A expansão da paletização robotizada tem sido um dos motores do crescimento recente da empresa e podem ser implementados em laticínios que atendem leite UHT, creme de leite, leite em pó, queijo ralado e outros derivados, tanto nas fases de empacotamento quanto em agrupamento e paletização.
Além da precisão e da higiene, a automação ajuda a suprir uma dor constante do setor: a falta de mão de obra para operações repetitivas e fisicamente exigentes. A robotização elimina paradas, reduz a rotatividade e garante fluxo contínuo de produção.
Tecnologia e expansão global
Seja para grandes operações, seja para plantas em crescimento que iniciam a automação por etapas, a empresa oferece soluções escaláveis. “Alguns clientes começam com automações simples e evoluem conforme ganham volume. A robotização se adapta a esse avanço”, complementa Schmidt.
Com crescimento acelerado, investimentos em eficiência logística e foco na inovação, a Indumak se posiciona como parceira estratégica da indústria láctea, especialmente em um momento em que segurança, padronização e eficiência operacional são decisivas para a competitividade.

